Economia

4 Dicas para Evitar Golpes do Pix e Boleto Falso

Golpes financeiros atingiram 24 milhões de brasileiros, principalmente via Pix e boletos falsos.

Por Rafael Citario
4 Dicas para Evitar Golpes do Pix e Boleto Falso
Foto: Jakub Żerdzicki no Unsplash

Um número alarmante de brasileiros já caiu em golpes financeiros envolvendo Pix ou cobranças falsas. De acordo com um levantamento feito pelo Datafolha em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, cerca de 24 milhões de brasileiros foram vítimas desses golpes. Os golpistas usam táticas sofisticadas, desde documentos detalhados até pressão por pagamentos urgentes, para enganar as vítimas.

Contexto

A fraude financeira é um problema crescente no Brasil, e é fundamental que as pessoas estejam cientes dos riscos e saibam como se proteger. Segundo Patricia Bertolin Abrahão, gerente jurídica de contencioso e atendimento ao cliente da Recovery, a principal recomendação para evitar prejuízos é conferir as informações antes de realizar qualquer pagamento e desconfiar de abordagens que pressionam por uma decisão imediata ou usam apelo emocional.

Dicas para Evitar Golpes

Para não cair em golpes, é importante seguir algumas dicas. Antes de dar o "ok" final na transferência, leia tudo com atenção e verifique se o nome do banco emissor e as informações do beneficiário coincidem com os da empresa credora. Além disso, desconfie de mensagens que exigem acerto imediato, prometem descontos mirabolantes ou ameaçam penhora e processo de uma hora para outra.

Verificação de Dados

Recebeu uma notificação duvidosa? Não clique em links enviados na mensagem. Entre direto no aplicativo oficial da empresa, no site digitado manualmente por você ou ligue para os telefones que constam no seu contrato original. Você tem o direito de solicitar o detalhamento de qualquer cobrança, como credor original, número do contrato, juros e taxas.

Ação em Caso de Fraude

Se percebeu que fez um Pix ou pagou uma cobrança fraudulenta, aja sem perder minuto. O primeiro passo é acionar imediatamente o SAC ou os canais oficiais do seu banco para informar a fraude e solicitar o bloqueio ou a tentativa de recuperação da transação. Segundo Patricia, a devolução do dinheiro não é garantida e depende de análise técnica, mas fazer o registro rápido aumenta as chances de reverter o prejuízo.

FONTE: VEJA SÃO PAULO

Com informações de VEJA SÃO PAULO.
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